sábado, 30 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
one in a million
« i turned around and there you were, i didn't think twice or rationalize, because somehow i knew that was more than just chemistry, but i figured it's too good to be true (...) they say that good things take time but REALLY GREAT THINGS HAPPEN IN A BLINK OF AN EYE (...) all this time i was looking for love, trynna make things work that weren't good enough till i thought i'm through, said i'm done, then stumbled into the arms of the one (...) you make me laugh about the silliest stuff say that i'm your princess, when i'm mad at you, you come with your velvet touch (...) i can't believe that i'm so lucky, i have never felt so happy, everytime i see that sparkle in your eyes (...) you're one in a million ! »
(por mais que procure, não há música que diga tanto como esta)
terça-feira, 19 de abril de 2011
what i feel for you
«o verdadeiro amor nunca morre, ele apenas adormece para um dia despertar mais forte.»
things that i don't understand
eu não percebo como conseguimos sorrir durante todo o dia e chorar sozinhos durante toda a noite. não percebo como as fotografias nunca mudam se as pessoas que estão nelas mudam e não é pouco. não percebo como o nosso melhor amigo se pode transformar no nosso pior inimigo e como o nosso pior inimigo se pode transformar no nosso melhor amigo. não percebo como o «para sempre» se transforma em curtos meses pelos quais nós fariamos qualquer coisa para os ter de volta. não percebo como podemos deixar partir uma coisa que nós dizemos que não conseguiamos viver sem ela. não percebo como mesmo nós sabendo que certa coisa é a melhor para nós continua nos a magoar. não percebo como as pessoas que antes queriam passar todos os segundos connosco, pensam agora que alguns minutos do tempo delas já são demasiados para se desperdiçarem dessa forma. não percebo como as pessoas fazem promessas apesar de saberem que facilmente se quebram promessas. não percebo como as pessoas são capazes de apagar-nos das vidas delas simplesmente porque é mais fácil do que tentar fazer com que as coisas funcionem.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
life is all about risks and requeres you to jump
já alguma vez pensaste qual das coisas dói mais? dizer alguma coisa e desejar nunca o ter dito? ou não dizer nada e desejar ter dito? eu acho que as coisas mais importantes são as coisas mais difíceis para se dizerem. não tenhas medo de dizer a alguém que o amas. se o disseres, esse alguém pode-te partir o coração... mas se não disseres, tu podes estar a partir o deles.
já alguma vez decidiste não começar a namorar com alguém por teres medo de perder o que tinhas com essa pessoa? o teu coração decide de quem gosta e de quem não gosta. tu não lhe podes dizer o que fazer. ele faz isso por si próprio, quando tu menos esperas, ou quando tu não o queres. já alguma vez quiseste amar alguém com tudo o que tinhas, mas a outra pessoa estava com demasiado medo para te deixar fazê-lo? muitos de nós perdemos grandes oportunidades porque estamos e temos demasiado medo por nos preocupar-mos demasiado...
o que tu farias se cada vez que te apaixonasses tivesses que dizer adeus? o que tu farias se cada vez que tu quisesses alguém esse alguém nunca tivesse lá para ti? o que tu farias se o teu melhor amigo morre-se amanhã e tu nunca lhe tivesses dito aquilo que sentes realmente por ele? as pessoas vivem, mas as pessoas morrem também.
domingo, 3 de abril de 2011
what love really is
o amor não são promessas. o amor é apenas o amor, e nada mais. é uma constante luta para mantê-lo, e nunca devemos tomá-lo como garantido - porque nada o é. não é para sempre, mas enquanto dura, devemos vivê-lo. viver tudo. todos os seus momentos. as discussões estúpidas e dispensáveis, os ciúmes comichosos, e claro, todos os momentos bons passados do lado da pessoa que amamos. o amor não é feito de mares de rosas cor-de-rosa, mas também de tempestades. o que define e constrói o amor é a forma como o ultrapassamos!
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